Mais de 100 mil cristãos se reúne para evangelizar na cidade do México

0
723

As ruas da cidade do México foram tomadas por mais de 100 mil evangélicos para compartilhar a palavra de Jesus Cristo com os moradores da região. A meta era alcançar um milhão de pessoas dentro de 8 horas.
Cristãos diversos países da América Latina se uniu para fazer parte da ação no México, como a missionária brasileira Eunice DeSanti.
“Eu estou aqui porque eu sou uma caçadora de almas. Eu estou aqui para levar as pessoas ao encontro de Jesus”, disse ela à CBN News. “Jesus é tudo que eu tenho”.
A brasileira disse que seu marido morreu há apenas dois meses, mas ela decidiu superar a perda para falar do amor de Deus às pessoas que vivem na Cidade do México.
“Eu tinha duas escolhas: ficar em casa chorando pela morte do meu marido ou vir aqui e pregar que Jesus está vivo”, disse Eunice. “Este é um evento para alcançar almas para Jesus. Isso é incrível!”
Depois de um dia inteiro de evangelização, o evento “Um Milhão Para Jesus” foi finalizado com um grande encontro no Estádio Azteca.
“Pregamos o Evangelho por todos os lugares — em cada esquina, em cada bairro, dentro e fora da cidade”, disse Omaya Alvarez, que veio da República Dominicana.
O cristianismo é aceito pela grande maioria da população do México, com grande destaque entre os católicos, que formam 82,7% da população. Já os evangélicos fazem parte de uma minoria, representada por 7,5% dos mexicanos.
Por outro lado, acidade é o 41º país que mais persegue cristãos no mundo, segundo classificação da organização Portas Abertas, por conta da religião tradicional e o tráfico de drogas.
Muitos evangélicos são atacados, espancados e até expulsos de suas aldeias no México, segundo a organização International Christian Concern (ICC). Seus perseguidores são conhecidos como “sincretistas”, que se consideram católicos, mas praticam uma mistura de mitologia e fé.
“Eles tentam forçar os evangélicos a se converterem. Aqueles que se recusam são banidos de suas aldeias e impedidos de viver com suas famílias”, disse Nate Lance, representante judicial da ICC.

Comentário